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TJRO lança projeto Pomar da Justiça para fortalecer sustentabilidade e aproximação com a comunidade

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Fotografia mostra desembargador Alexandre, juíza Karina e servidor Davi segurando mudas

O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) lançou o projeto institucional “Pomar da Justiça – Frutíferas Nativas e Adaptadas nos Fóruns do TJRO e Fóruns Digitais”, uma iniciativa da Presidência que prevê a implantação de pomares com espécies frutíferas nativas e adaptadas ao bioma amazônico nas áreas externas das unidades judiciais. O lançamento ocorreu durante a Semana da Pauta Verde.

O primeiro plantio será no Fórum Digital do Candeias do Jamari, na próxima terça-feira (16). As espécies escolhidas para serem plantadas são goiabeira, araçá-boi, laranjeira, mangueira, taperebá, acerola, limão taiti, tangerina, cupuaçu, palmeira açaí e maracujá.

A proposta tem como objetivo promover sustentabilidade, educação ambiental e fortalecer os vínculos entre o Poder Judiciário e a população, transformando os espaços dos fóruns em ambientes mais acolhedores e integrados à realidade das comunidades onde estão inseridos.

Durante o lançamento, o presidente do TJRO, desembargador Alexandre Miguel, destacou o significado social e simbólico da iniciativa.“Esse projeto tem uma razão especial. A ideia é que a população que utiliza os fóruns possa encontrar nesses espaços algo além do atendimento judicial. Sabemos que muitas vezes as pessoas chegam ao fórum enfrentando situações delicadas, preocupações e conflitos. Esse é um momento de sustentabilidade, mas também de transformação comportamental, que pode contribuir para o bem-estar das pessoas”, afirmou. Como ato simbólico de lançamento, o presidente entregou mudas ao coordenador dos fóruns digitais, Davi Simioni.

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O presidente ressaltou ainda a importância da iniciativa nos Fóruns Digitais, que representam a presença permanente do Judiciário em localidades mais distantes. “Notadamente nos Fóruns Digitais, nós estamos fincando raízes nessas localidades e nos aproximando ainda mais dessas comunidades. É um projeto alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e que, certamente, trará muitos frutos”, completou.

A juíza secretária-geral do TJRO, Karina Miguel Sobral, enfatizou que a Secretaria-Geral dará suporte à implementação do projeto, especialmente na identificação e adequação dos espaços que receberão os pomares. “Trata-se de uma iniciativa que une a eficiência da gestão com a nossa responsabilidade socioambiental. O TJRO vem reforçando cada vez mais ações que materializam a preocupação com a sustentabilidade e a biodiversidade amazônica”, destacou.

Segundo a magistrada, os Fóruns Digitais representam mais do que um ponto de acesso aos serviços judiciais. “Mais do que um acesso à Justiça, eles se tornam um equipamento público que traz para a cidade, de forma mais ampla, a demonstração de que o Tribunal veio para ficar, contribuindo também para o desenvolvimento sustentável das comunidades”, afirmou.

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O projeto será desenvolvido com o apoio do Núcleo de Acessibilidade, Inclusão e Gestão Socioambiental (Nages/Ggov) e prevê o plantio de espécies frutíferas que contribuam para a valorização da biodiversidade regional, a melhoria dos espaços públicos e a conscientização ambiental.

Conheça o projeto Pomar da Justiça

Assessoria de Comunicação Institucional

Fonte: TJ RO

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