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Orgulho de Servir: a trajetória de Moisés Rodrigues no TCE-RO

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“O que me dá orgulho é saber que nosso trabalho melhora a vida das pessoas. É isso que me move há 30 anos no Tribunal.”

A frase é do servidor Moisés Rodrigues. A trajetória dele se escreve entre o orgulho de trabalhar no Tribunal de Contas do Estado de Rondônia e a certeza de servir a algo maior: a sociedade.

Os hábitos de Moisés são simples, e dizem muito sobre ele. Todo dia, às 5h, antes da cidade ganhar barulho, ele calça o tênis, faz sua caminhada matinal, volta para casa e prepara o café da manhã. À mesa, a conversa com a esposa e, então, o dia começa.

CASA CHEIA, ESCUTA ATENTA, VIDA APRENDIDA NO CONVÍVIO

Nascido em Porto Velho, filho de pai acreano e mãe rondoniense, Moisés cresceu em casa grande: nove irmãos, corredor que não parava, vozes atravessando cômodos, aprendendo a dividir, a ouvir.

Vem daí a facilidade de se comunicar e gerir pessoas. Formou-se em Ciências Contábeis e Direito na Universidade Federal de Rondônia (UNIR).

Em janeiro de 1996, entrou no Tribunal de Contas de Rondônia. Em 2026, chegou aos 30 anos de casa.

Para ele, servir no Tribunal é simples: “É chegar todo dia como cheguei nos últimos 30 anos: com sorriso no rosto e a certeza de que estou no melhor lugar para trabalhar”.

O sentimento virou herança: as duas filhas estudam e sonham em seguir os passos do pai, um dia, como servidoras do TCE-RO.

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QUANDO A FISCALIZAÇÃO VIRA MUDANÇA REAL

Atuando na Secretaria-Geral de Controle Externo, Moisés viu de perto o resultado do trabalho que é realizado pelo TCE-RO.

Entre as muitas experiências, uma ficou marcada. Em Ji‑Paraná, quando a sua equipe vistoriou uma escola polo da zona rural: prédio grande, quase desabando, salas sem condição, alunos e servidores fazendo “o que dava”.

A equipe anotou tudo, encaminhou aos gestores e, meses depois, voltou. O cenário era outro: obra iniciada e, pouco tempo depois, escola nova entregue, com segurança. “Fiquei orgulhoso demais. Saber que nossa atuação fez aquela obra sair do papel. Isso não tem preço”, diz Moisés.

Nas fiscalizações na área da saúde, o orgulho também aparece. Ele foi testemunha do efeito do acompanhamento: profissionais trabalhando com condições dignas, remédio no lugar certo e as pessoas recebendo atendimento. “A gente vê que funciona”, afirma.

Moisés gosta de perceber esse “antes e depois” nos órgãos fiscalizados e nos municípios. Para ele, são sinais de que o trabalho saiu do papel e chegou na ponta, onde a sociedade mais precisa.

ROTINA SIMPLES: COMPANHIA BOA, FÉ QUE RENOVA

Casado e pai de duas filhas, Moisés vive uma fase feliz ao lado da esposa. Ele gosta de boas companhias, roda de conversa, momentos de família.

E carrega o futebol como paixão: depois do jogo, a resenha no boteco é quase regra.

Uma ou duas vezes por mês, ele junta os irmãos para uma conversa solta, risada fácil, encontro que recarrega.

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No sábado, o corpo já sabe o caminho: futebol cedo, almoço com a esposa e, à noite, aquela saidinha para aproveitar.

Faz questão de compartilhar com a esposa os momentos de lazer. Ele gosta de dividir o tempo e a vida com ela.

O domingo pede casa: churrasco em família, um tempo de piscina, descanso sem pressa. Quando pode, encerra o domingo na missa. Renovar a fé também faz parte do percurso.

CAMISA VESTIDA NO TRABALHO E NO CORAÇÃO

No Tribunal, Moisés também veste a camisa do esporte: joga pelos times sênior e máster do TCE‑RO. E, quando o assunto é time do coração, não disfarça: “Sou flamenguista roxo”.

O sonho que ainda quer realizar? Ver o “Mengão” no Maracanã. Histórias, porém, já não faltam. Em 1982, quando o time campeão do mundo (81) veio jogar aqui contra o Ferroviário, os irmãos prometeram levá-lo, e não levaram. “Guardo essa mágoa com carinho”, brinca.

Em 2022, o destino ajustou contas: conheceu seu ídolo, Zico, jogador histórico do Flamengo, e saiu com a camisa autografada.

PROPÓSITO

No fim das contas, Moisés vive o que acredita: trabalho com propósito, gente por perto, família que caminha junto e futebol para completar.

Cruzando os corredores do Tribunal, a frase que abriu esta história se confirma: não são só os anos que contam, mas o impacto que cada um deles deixou na vida de alguém, e na dele também.

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