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TCE e MPC impulsionam debate sobre ações preventivas para proteger a saúde da população e evitar queimadas em Rondônia

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A proteção da população contra os efeitos da seca e das queimadas é um desafio urgente para Rondônia.

Para reduzir riscos e evitar que situações extremas se repitam, o Tribunal de Contas (TCE-RO) e o Ministério Público de Contas (MPC-RO) se reuniram, nesta terça-feira (9/6), com representantes de órgãos ambientais, forças de segurança e instituições públicas na sede do Tribunal, em Porto Velho.

O encontro teve como objetivo alinhar estratégias e fortalecer a preparação do Estado e dos municípios para enfrentar o período de seca e queimadas que se aproxima, promovendo uma atuação coordenada e mais eficiente.

QUANDO O CLIMA AMEAÇA A SAÚDE E A VIDA

Os efeitos da estiagem e das queimadas vão muito além do meio ambiente. A fumaça afeta diretamente a qualidade do ar, aumenta os casos de doenças respiratórias e pode comprometer o abastecimento de água, a economia e o cotidiano das famílias.

Dados recentes mostram que o estado já enfrentou episódios críticos, com longo período de poluição do ar e impactos severos à saúde e à qualidade de vida da população.

A atuação antecipada permite que o Estado se organize melhor, direcione recursos e prepare áreas essenciais, como saúde, meio ambiente e defesa civil, reduzindo riscos de colapso durante o período crítico.

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UNIÃO DE FORÇAS PARA PROTEGER A POPULAÇÃO

Durante o encontro, ficou evidente a necessidade de atuação conjunta, com integração entre órgãos públicos, troca de informações técnicas e adoção de medidas preventivas.

O conselheiro Paulo Curi Neto destaca a atuação do TCE-RO: “O papel do Tribunal é monitorar as ações e incentivar que todos os órgãos estejam na mesma página, atuando juntos para enfrentar esse cenário”

Para o procurador do MPC-RO, Ernesto Tavares Victoria, a iniciativa é importante. “É uma ação coordenada entre órgãos e instituições públicas, somando forças e expertise para enfrentar as possíveis consequências do El Niño, como seca, queimadas e insuficiência hídrica no estado”, explicou.

Participaram também da reunião, representantes do Corpo de Bombeiros Militar, Defesa Civil, Secretarias ligadas à temática, como Sedam, Sepog, Sesau e Seagri, Controladoria-Geral do Estado (CGE-RO), Procuradoria-Geral do Estado (PGE-RO), Casa Civil, Batalhão Ambiental, Ministério Público do Estado, Emater, além de municípios prioritários e instituições federais.

PREVENÇÃO HOJE PARA EVITAR CRISE AMANHÃ

A atuação antecipada permite que o Estado se organize melhor, direcione recursos e prepare áreas essenciais, como saúde, meio ambiente e defesa civil, reduzindo riscos de colapso durante o período crítico.

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A experiência recente demonstrou que a falta de preparação pode agravar significativamente os efeitos das queimadas, com prejuízos à saúde, à economia e ao meio ambiente. Por isso, o planejamento integrado se torna fundamental para evitar situações mais severas.

A atuação do TCE e do MPC reafirma que o controle externo vai além da fiscalização: é um instrumento essencial para antecipar problemas, orientar gestores e proteger a sociedade, especialmente em cenários de risco como o da seca e das queimadas.

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